As obras aqui publicadas podem não ser inteiramente ficcionais, podendo corresponder ao comportamento ou opinião pessoal de seus autores. Qualquer semelhança com pessoas ou fatos reais será mera coincidência?

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

A EPIDEMIA DO SUICÍDIO DO TRANSGÊNERO

A EPIDEMIA DO SUICÍDIO DO TRANSGÊNERO



"18 ago 2015 (LifeSiteNews) - Pessoas que sofrem de confusão de gênero são estimulados pelo clima cultural atual para "ser eles mesmos", o que significa rejeitar o sexo com que nasceram.

Adolescentes "transgênero" são ensinados que o que eles sentem é quem eles são e que, para ser feliz e realizado, eles devem se tornar o sexo oposto. Quando Bruce Jenner decidiu olhar publicamente como uma mulher, ele foi apoiado pela mídia de massa. Até mesmo o presidente dos Estados Unidos, quando Jenner decidiu fazer a cirurgia de castração, aplaudiu-o como um herói "corajosa".

Mas os estudos mostram repetidamente que as pessoas "transgêneros" que procuram se tornar o sexo oposto são, na verdade não está feliz ou realizado. Na verdade, uma guerra interna de vida-ou-morte está ocorrendo continuamente, na medida em que muitos, se não a maioria, procuram acabar com suas vidas.

Isso é o que a Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio e do Instituto Williams encontraram quando a fundação analisou os resultados da Pesquisa Nacional de Discriminação Transgênero. O número de tentativas de suicídio são desoladoras.

Mais de 41% das pessoas "transgêneros" tentam se matar. Isso é dez vezes a taxa de tentativa de suicídio 4,6% da média nacional americana."

E este estudo não é a única prova de que aqueles que procuram viver como se fossem do sexo oposto estão, de fato, se matando. Mais de uma dúzia de outras pesquisas em todo o mundo têm encontrado as mesmas assustadoramente altas taxas de suicídio.

Uma pesquisa nacional com mais de 6.500 pessoas transgêneros pergunta "Você já tentou se suicidar?" Quarenta e um por cento respondeu: "Sim."

"Níveis cronicamente elevados de estresse", "ansiedade" e "depressão" são mais comumente relatados entre pessoas transgêneros ativos. Auto-mutilação por corte é muitas vezes relatados também.

A linha telefônica de ajuda suicídio para transgêneros, Trans Lifeline, movimentou sozinha mais de 20.000 chamadas nos primeiros nove meses de operação. Greta Gustava Martela, uma lésbica que fundou a linha telefônica de ajuda, resume: "Com 41% de tentativa de suicídio, você tem que assumir que algo não está funcionando para as pessoas transexuais."

A mídia atribui a explosão da taxa de suicídio transgênero a influências externas, tais como rejeição dos pais e pares, mas não considera trágica e intrínseca batalha interna da pessoa transgênero em viver com uma dicotomia psicológica.

Os fatos falam o contrário. A Universidade de Birmingham  - Aggressive Facility Intelligence Research de (ARIF) fizeram uma revisão médica que descobriu que não há nenhuma evidência conclusiva de que operações de mudança de sexo melhoram a vida dos transexuais. Na verdade, muitos transexuais continuam internamente gravemente angustiados e suicida após a operação.

Chris Hyde, diretor da ARIF, explicou: "Um grande número de pessoas que têm [mudança de sexo] cirurgia permanecem traumatizadas - muitas vezes ao ponto de cometer suicídio."

E ainda o esforço para ignorar os fatos suicidas e ensinar até mesmo as crianças do ensino fundamental que as pessoas transgêneros estão cumprindo seus "verdadeiros" eus. Como Stella Morabito escreveu no The Federalist: "O [transexuais] não tem permissão para falar sobre o seu arrependimento. Não Abertamente. O lobby ativista político transgêneros suprime a discussão de arrependimento de mudança de sexo."

Alguns pacientes transexuais têm dito que eles perceberam, tarde demais, que as operações de mudança de sexo não fez jus à sua promessa. Alan Finch explica: "Você não pode mudar fundamentalmente o sexo. ... A cirurgia não altera geneticamente você. É a mutilação genital [.] ... Foi tudo uma terrível desgraça[.] ... A analogia que eu uso sobre a cirurgia para alguém desesperado para mudar de sexo é que é um pouco como oferecendo lipoaspiração para uma anoréxica ".

O campeão de tênis Renée Richards, que passou de masculino para "feminino" nos anos 70, escreveu: "Teria sido melhor ficar do jeito que eu era - uma pessoa totalmente intacta ... Eu não quero que ninguém tenha-me como um exemplo a seguir [.] ... Eu recebo um monte de cartas de pessoas que estão pensando em ter esta operação ... e eu desencorajá-los todos."

Tradução do site - https://www.lifesitenews.com/news/gender-confused-suicide-rate-ten-times-national-average

O Relatório  "As tentativas de suicídio entre transgênero e adultos com gênero não conformes - CONCLUSÕES DA PESQUISA NACIONAL DE DISCRIMINAÇÃO DE TRANSGÊNERO" está  AQUI

Sobre a Psicopatologia associada aos transgêneros favor ler artigo AQUI





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"Caitlyn" Jenner e o parecer do ex-chefe de psiquiatria do Johns Hopkins

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O Dr. Paul R. McHugh é um brilhante ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital. Ele já escreveu mais de 125 artigos bem avaliados pelos colegas em revistas médicas, e publicou seis livros acadêmicos. Quando se trata das mudanças recentes do ex-atleta olímpico Bruce Jenner, ele tem coisas a dizer que deixará os esquerdistas furiosos.
McHugh reafirma o óbvio – mudar o sexo de um ser humano não é possível. E, em vez de um movimento que libertador, sexualmente falando, aqueles que se pensam "transgêneros" estão, na verdade, sofrendo de um transtorno mental que destrói a vida. Uau!
Dê uma olhada no que ele tem a dizer...
"Enquanto a administração Obama, Hollywood e grandes meios de comunicação, como a revista Time, promovem o transgenerismo como "normal", disse o Dr. McHugh, estes 'responsáveis pelas políticas e pelos meios de comunicação não estão nos fazendo favor algum, seja ao público ou aos transgêneros, e tratam suas confusões como um direito que necessita ser defendido e não como um transtorno mental que merece compreensão, tratamento e prevenção'.

'Este sentimento intensamente sentido de ser transgênero constitui um transtorno mental em dois aspectos. O primeiro é que a idéia de desajustamento sexual está simplesmente equivocada – não corresponde à realidade física', escreveu McHugh. 'O segundo é que ela pode levar a resultados psicológicos sombrios'.
A desordem da pessoa transgênero, disse o Dr. McHugh, está na 'suposição' da pessoa de que ela é diferente da realidade física de seu corpo, a sua masculinidade ou feminilidade, conforme atribuído pela natureza. É uma doença semelhante à de uma pessoa "perigosamente magra" que sofre de anorexia que se olha no espelho e pensa que está com 'excesso de peso', disse McHugh.
Esta suposição, de que o gênero de alguém está apenas na mente, independentemente da realidade anatômica, tem levado algumas pessoas transexuais a pressionar pela aceitação social e afirmação da sua própria 'verdade pessoal', subjetiva, disse o Dr. McHugh. Como resultado, alguns estados – Califórnia, New Jersey e Massachusetts – aprovaram leis impedindo os psiquiatras, 'mesmo com a autorização dos pais, de se esforçarem para restaurar os sentimentos do gênero natural, em um transgênero menor', disse ele.
Os defensores pró-transexuais não querem saber, disse McHugh, que estudos mostram que entre 70% e 80% das crianças que expressam sentimentos transexuais 'perdem espontaneamente esses sentimentos' ao longo do tempo. Além disso, aqueles que tiveram a cirurgia de redesignação sexual, disseram em sua maioria que estavam 'satisfeitos com a operação', mas seus ajustamentos psico-sociais posteriores não foram melhores que aqueles que não tiveram a cirurgia.
E assim, no Hopkins, paramos de fazer a cirurgia de redesignação sexual, uma vez que a produção de um paciente 'satisfeito', mas ainda perturbado, parecia uma razão inadequada para amputar cirurgicamente órgãos normais, disse o Dr. McHugh.
O ex-chefe de psiquiatria do Johns Hopkins também alertou contra permitir ou incentivar certos subgrupos de transgêneros, tais como os jovens "suscetíveis à sugestão da 'educação sexual' do ‘tudo é normal’, e dos 'conselheiros da diversidade'" das escolas, que, como 'líderes da tribo', podem 'incentivar tais jovens a se distanciarem de suas famílias e oferecer conselhos sobre como refutar argumentos contra a cirurgia transexual'.
O Dr. McHugh também informou que há 'médicos equivocados', que, trabalhando com crianças muito pequenas que parecem imitar o sexo oposto, irão administrar 'os hormônios do retardamento da puberdade para tornar as cirurgias de mudança de sexo posteriores menos onerosas – embora as drogas evitem o crescimento das crianças e tragam o risco de causar esterilidade'.
Tal ação se aproxima "de abuso infantil", disse o Dr. McHugh, considerando que cerca de 80% dessas crianças vão "abandonar a sua confusão e crescer naturalmente na vida adulta se não tratadas...".
(via CNS News)
Esse tipo chocante de mudança de vida deve ser comemorado. Devemos ter grande simpatia por pessoas que lutam com essa doença, pois, é algo muito bizarro passar voluntariamente por essas grandes mudanças num nível superficial.
Certamente, os comentários do doutor vão irritar muitos ativistas esquerdistas e transgêneros, mas é a verdade. Por favor, compartilhe suas palavras no Facebook e Twitter se você concorda!
Publicado no The Political Insider.      

Tradução: William Uchoa

OBS.: Sobre a questão do suicídio associado aos transgêneros veja AQUI




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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Marxismo ocidental: o que vos espera (Por Stanislav Mishin )

Marxismo ocidental: o que vos espera

Stanilav Mishin lembra os ocidentais das declarações de revolucionários assassinos como Lênin, Hitler, Stálin e Mussolini, com o intuito de acordá-los e fazê-los perceber que destino os aguarda.
Senhoras e senhores, caros leitores, já se perguntaram aonde as políticas do Ocidente, especialmente as do mundo anglo, estão indo? Já se perguntaram por quê os líderes tomam decisões insanas tais como impostos altos e inflação alta? Bom, estas não são coisas novas. Leiam as citações abaixo e entendam aonde seus líderes os estão levando. Não é que estes fatos e estratégias sejam ocultas, é que a maioria de vocês são ignorantes delas e da história, e voluntariamente cegos de para onde vocês estão indo. Existe um ditado russo que diz "Надежда последняя умирает" ─ A esperança é a última que morre. A maior parte de vocês estão vivendo nesta ilusão, e sua esperança morrerá ou de fome em um campo de prisioneiros, ou de pobreza na velhice ou com o disparo da arma do carrasco na nuca.

"Qualquer um que saiba algo de história sabe que grandes mudanças sociais são impossíveis sem o levante feminino. O progresso social pode ser medido com exatidão pela posição social do belo sexo, as feias inclusas."
-- Karl Marx

"Democracia é a estrada para o socialismo."
-- Karl Marx

"A história se repete, primeiro como tragédia, depois como farsa."
-- Karl Marx

"A religião é a impotência da mente humana para lidar com ocorridos que ela não consegue compreender."
-- Karl Marx

"Revoluções são as locomotivas da história."
-- Karl Marx

"Comunismo não é um conjunto de medidas a serem postas em prática após a tomada do poder. É um movimento que já existe, não como um modo de produção (não pode haver uma ilha comunista dentro da sociedade capitalista), mas uma tendência que se origina em necessidades reais. O comunismo não sabe nem o que é valor. O ponto é que num belo dia um grande número de pessoas começa a destruir valor e lucro. Todos movimentos revolucionários pretéritos conseguiram levar a sociedade a uma paralisia, e esperaram algo sair desta parada universal. Comunização, ao contrário, circulará bens sem dinheiro, abrirá o portão que isola uma fábrica de sua vizinhança, fechar outra fábrica onde o processo de trabalho é muito alienante para ser desenvolvido tecnicamente, acabar com a escola enquanto lugar especializado que separa aprendizado de ação por estranhos 15 anos, derruba muros que forçam pessoas a se prenderem em unidades familiares de 3 quartos - em resumo, ela tenderá a romper todas as separações. O comunismo acredita na igualdade pela força."
-- Gilles Dauvé

"O laço mais forte de simpatia humana fora da relação familiar deve ser um que une todos os povos trabalhadores de todas as nações e línguas e linhagens."
-- Abraham Lincoln

"Considerando que as coisas boas são produzidas pelo trabalho, segue que todas coisas tais deveriam pertencer àqueles cujo trabalho as produziu. Mas aconteceu que em todas as eras do mundo que alguns trabalharam e outros, sem trabalho, desfrutaram de uma proporção maior dos frutos. Isto está errado, e não deveria continuar. Assegurar a cada trabalhador o produto integral de seu trabalho tanto quanto possível é um objeto digno de qualquer bom governo."
-- Abraham Lincoln

"O capital é somente o fruto do trabalho, e jamais poderia ter existido se não houvera o trabalho existido antes. O trabalho é o superior do capital, e merece muito a consideração maior."
-- Abraham Lincoln, mensagem ao congresso em 1861

"O governo deveria criar, prover e circular toda a moeda e crédito necessários para satisfazer o poder de gasto do governo e o poder de compra dos consumidores. O privilégio de criar e prover dinheiro não é apenas a prerrogativa suprema do governo, mas é a maior oportunidade criativa do governo. O financiamento de toda empreitada pública e a condução do tesouro tornar-se-ão questões de administração prática. O dinheiro então cessará de ser senhor e tornar-se-á servo da humanidade."
-- Abraham Lincoln

"O formato político de uma sociedade em que o proletariado foi vitorioso em derrubar a burguesia será a república democrática."
-- Vladimir Lênin

"Não há moral na política; apenas conveniência[1]. Um canalha pode nos ser útil apenas por ser um canalha."
-- Vladimir Lênin

"Dai-me quatro anos para ensinar às crianças e as sementes que terei plantado jamais serão erradicadas."
-- Vladimir Lênin

"Destrua a família, e destruirás o país."
-- Vladimir Lênin

"A maneira de esmagar a burguesia é moê-la entre as mós da taxação e inflação."
-- Vladimir Lênin

"É verdade que a liberdade é preciosa; tão preciosa que deve ser cuidadosamente racionada."
-- Vladimir Lênin

"Aquele que agora fala sobre a "liberdade de imprensa" retrocede e impede nossa corrida impetuosa ao Socialismo."
-- Vladimir Lênin

"Uma das condições básicas à vitória do socialismo é o armamento dos trabalhadores e o desarmamento da burguesia (a classe média)."
-- Vladimir Lênin

"Um homem com uma arma pode controlar 100 que não têm uma."
-- Vladimir Lênin

"Um sistema de licença e registro é o dispositivo perfeito para negar posse de arma à burguesia."
-- Vladimir Lênin

"O objetivo do socialismo é o comunismo."
-- Vladimir Lênin

"A burguesia é muitas vezes mais forte que nós. Dar a ela a arma da liberdade de imprensa é facilitar a causa do inimigo, ajudar o inimigo de classe. Não desejamos terminar em suicídio, por isto não faremos isto.
-- Vladimir Lênin"

"A história de todos os países mostra que, exclusivamente por seu próprio esforço, a classe operária é capaz de desenvolver apenas a consciência sindical."
-- Vladimir Lênin

"Uma revolução é impossível sem uma situação revolucionária; ademais, nem toda situação revolucionária leva à revolução."
-- Vladimir Lênin

"A melhor maneira de destruir o sistema capitalista é depravar a moeda."
-- Vladimir Lênin

"A imprensa não deve ser apenas uma propagandista coletiva e agitadora coletiva, mas também uma organizadora coletiva das massas."
-- Vladimir Lênin

"Sua primeira reação deve ser estabelecer uma troika ditatorial (ou seja, você, Markin, e uma outra pessoa) e introduzir o terror em massa, fuzilando ou deportando as centenas de prostitutas que estão fazendo os soldados beber, todos os ex-oficiais, etc. Não há tempo a perder; você deve agir resolutamente, com represálias em massa. Execução imediata para qualquer um pego em posse de uma arma de fogo. Deportação em massa de mencheviques e outros elementos suspeitos."
-- Vladimir Lênin, ao Comitê Executivo de Nijni Novgorod, 9 de agosto de 1918

"Você deve fazer essa gente (kulaks) de exemplo. (1) Enforque (e digo enforcar em público, para que pessoas vejam) pelo menos 100 kulaks, ricos malditos e sanguessugas notórios. (2) Publique seus nomes. (3) Confisque seus grãos. (4) Escolha os reféns de acordo com minhas instruções no telegrama de ontem."
-- Vladimir Lênin, ao Comitê Executivo em Penza, 10 de agosto de 1918

"Como se pode fazer uma revolução sem execuções?"
-- um Lênin furioso em outubro ao escutar que o Soviete havia abolido a pena de morte

"O comunismo precisa de democracia como o corpo humano precisa de oxigênio."
-- Leon Trotski

"A morte é a solução para todos os problemas - sem homem, sem problema."
-- Joseph Stalin

É suficiente para o povo saber que houve uma eleição. As pessoas que votaram não decidem nada. As pessoas que contam os votos decidem tudo.
-- Joseph Stalin

"Impressão é a arma mais afiada e forte de nosso partido."
-- Joseph Stalin

"O único poder real sai de um fuzil."
-- Joseph Stalin

"Não os deixamos ter ideias. Por quê deixaríamos terem armas?"
-- Joseph Stalin

"Gratidão é uma doença sofrida por cachorros."
-- Joseph Stalin

"Educação é uma arma cujos efeitos dependem em quem a tem em mãos e a quem ela é dirigida."
-- Joseph Stalin

"Tudo dentro do Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado."
-- Benito Mussolini

"Fascismo (marxismo marrom) é uma religião. O Século Vinte será conhecido na história como o século do fascismo."
-- Benito Mussolini

"Fascismo deveria ser mais apropriadamente chamado de Corporativismo porque é a fusão do Estado com o poder corporativo."
-- Benito Mussolini

"É o Estado que educa seus cidadãos em virtude cívica, dá-lhes uma consciência de sua missão e os funde numa unidade."
-- Benito Mussolini

"O alicerce da doutrina fascista é sua concepção do Estado, de sua essência, suas funções e suas metas. Para o Fascismo o Estado é absoluto, indivíduos e grupos relativos."
-- Benito Mussolini

"O Estado Liberal é uma máscara atrás da qual não há rosto; é um andaime atrás do qual não há edifício."
-- Benito Mussolini

"Todos grandes movimentos são movimentos populares. Eles são as erupções vulcânicas das paixões e emoções humanas, postas em atividade pela implacável Deusa da Aflição ou pela tocha da palavra falada atirada ao meio do povo."
-- Adolf Hitler

"Tão logo por sua própria propaganda admita-se um lampejo que seja de razão no outro lado, é dado motivo de se duvidar de sua própria razão."
-- Adolf Hitler

"Aquele que, sozinho, possui a juventude, ganha o futuro."
-- Adolf Hitler

"Quão afortunado é para os governos os povos que eles administram não pensarem."
-- Adolf Hitler

"A arte da liderança (...) consiste em consolidar a atenção do povo contra um único adversário e cuidar para que nada divida esta atenção."
-- Adolf Hitler

"A grande força do estado totalitário é que ele força aqueles que o temem a imitá-lo."
-- Adolf Hitler

"A primeiríssima base para o sucesso é o perpetuamente constante e regular emprego da violência."
-- Adolf Hitler

"O terrorismo é a melhor arma política, pois nada dirige as pessoas melhor que o medo da morte repentina."
-- Adolf Hitler

"Por quê nacionalizar a indústria quando você pode nacionalizar as pessoas?"
-- Adolf Hitler

"É então necessário que o indivíduo finalmente perceba que seu próprio ego não é de importância alguma em comparação com a existência da nação, que a posição do indivíduo é condicionada somente pelos interesses da nação como um todo."
-- Adolf Hitler

"Ouro não é necessário. Não tenho interesse em ouro. Construiremos um estado sólido sem um grama de ouro por trás dele. Qualquer um que venda acima dos preços tabelados que seja enviado a um campo de concentração. Este é o bastião do dinheiro."
-- Adolf Hitler

"Em relação à descontaminação política de nossa vida pública, o governo embarcará em uma campanha sistemática para restaurar a saúde moral e material da nação. Todo o sistema educacional, teatro, cinema, literatura, imprensa e radiodifusão - todos estes serão utilizados como meios para este fim."
-- Adolf Hitler

"O Nacional-Socialismo utilizará de sua própria revolução para estabelecer uma nova ordem mundial."
-- Adolf Hitler

"Ele disse que uma das grandes realizações de regime Hitler foi haver ganhado os trabalhadores alemães quase totalmente para a causa nacional. Fizemos dos trabalhadores patriotas, disse ele, uma vez que o Kaiser falhou em fazê-lo. Isto, repetia ele, foi um dos triunfos reais do movimento. Nós Nazistas éramos um partido não-marxista, porém revolucionário, anticapitalista, anti-burguês, anti-reacionário... Colarinhos brancos como o Chanceler Heirich Bruening nos chamaram de "bolcheviques marrons", e seus instintos burgueses não estavam errados."
-- Adolf Hitler, sobre Goebbels

"Tal como as coisas hoje estão, os sindicatos, em minha opinião, não podem ser dispensados. Ao contrário, eles estão dentre as instituições mais importantes da vida econômica da nação. Sua significância não se limita apenas ao campo social e político, mas mais ainda no campo geral da política nacional. Um povo cujas grandes massas, através de um movimento sindical sensato, obtenham a satisfação de suas necessidades vitais e ao mesmo tempo uma educação, será tremendamente fortalecido em seu poder de resistência na luta pela existência."
-- Adolf Hitler, Mein Kampf

"Há mais coisas que nos ligam ao Bolchevismo que nos separam dele. Há, acima de tudo, sentimento revolucionário genuíno, que está vivo em todo lugar na Rússia exceto onde há marxistas judeus. Eu sempre permiti na circunstância de, e dei ordens para que ex-comunistas fossem aceitos no partido imediatamente. O Social-Democrata pequeno-burguês e o líder sindical nunca darão um Nacional-Socialista, mas os comunistas sempre darão."
-- Adolf Hitler

"Os nazistas não impunham, como seus admiradores estrangeiros defendem, controle de preços em uma economia de mercado. Com eles, controle de preços era apenas um dispositivo dentro do quadro de um sistema geral de planejamento centralizado. Na economia nazista não havia algo como iniciativa privada e livre-empresa. Todas atividades produtivas eram dirigidas pelo Reichswirtschaftsministerium. Nenhuma empresa era livre para desviar na conduta de suas operações das ordens dadas pelo governo. Controle de preços era apenas um dispositivo no complexo de inumeráveis decretos e ordens regulando os mínimos detalhes de cada atividade de negócios e fixando precisamente as tarefas de um indivíduo em uma mão e sua renda e padrão de vida na outra."
-- von Mises

"O que dificultou muitas pessoas a captarem a natureza mesma do sistema econômico nazista foi o fato de que os nazistas não expropriaram os empresários e capitalistas abertamente e que eles não adotaram o princípio de igualdade de renda que os bolcheviques patrocinaram nos primeiros anos de regime soviético e refugaram apenas depois. No entanto, os nazistas retiraram completamente os burgueses do controle. Aqueles empresários que não eram nem judeus nem suspeitos de inclinações liberais e pacifistas retiveram suas posições na estrutura econômica. Mas eles eram na prática meros funcionários públicos assalariados presos à obediência incondicional das ordens de seus superiores, dos burocratas do Reich e do Partido Nazista."
-- von Mises

"Os bolcheviques imitavam servilmente a fala e o gesticular dos jacobinos franceses, assim como os jacobinos por sua vez imitaram os heróis da Roma antiga. Mas esqueceram que a Revolução Francesa afogou-se em sangrenta derrota precisamente por causa de seu terrorismo."
-- Stienberg, Ministro da Justiça do Sovnarkom

"A devoção de tamanhos titãs do espírito tais como Lênin a um ideal tem de render frutos. A nobreza de seu altruísmo será um exemplo para séculos vindouros, e seu ideal atingirá a perfeição."
-- Mahatma Ghandi

"O que é um comunista?
Alguém que tem ganas
De igual divisão de desiguais ganhos."
-- Ebenezer Elliott (1781-1849), Epigrama
Nota:

[1] целесообразность

Tradução: David B. Carvalho

Do blog Mat Rodina (Мать Родина, que significa "Pátria Mãe" em russo)




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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Duríssimo golpe contra a “ideologia de gênero” nos países nórdicos

Duríssimo golpe contra a “ideologia de gênero” nos países nórdicos

12 de dezembro de 2014

O Conselho Intergovernamental de Cooperação Nórdico, do qual fazem parte Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia, decidiu deixar de financiar o Instituto Nórdico de Pesquisas de Gênero, o NIKK, após o jornalista, comediante e sociólogo, Harald Eia, rodar um longo, genial e devastador documentário, "Hjernevask" ("Lavagem de Cérebro"), que mostrou a manipulação e a falta de base científica da "ideologia de gênero", base "intelectual" do feminismo agressivo, a ideologia queer.


Durísimo golpe contra a “ideologia de gênero” nos países nórdicos
Harald estava intrigado com o fato de porque, apesar de todos os esforços dos políticos e engenheiros sociais para eliminar os "estereótipos de gênero", as garotas seguiam optando por profissões "femininas" -enfermeiras, cabeleireiras, etc.-, enquanto os homens seguiam atraídos por carreiras "masculinas" -técnicos, trabalhadores da construção civil, etc-.

As políticas de igualdade de gênero em seu país fizeram com que a tendência fosse inclusive mais acentuada. Estas políticas sempre defenderam que os sexos são papéis que se adquirem pela cultura e o meio, isto é, que não se nasce homem ou mulher, senão que se "torna".

Para seu documentário, Harald fez algumas perguntas inocentes aos principais pesquisadores e cientistas do NIKK. Depois tomou as respostas e transmitiu-as aos cientistas, líderes em sua área, em outras partes do mundo, sobretudo no Reino Unido e nos Estados Unidos, pedindo-lhes seu parecer sobre os resultados de seus pares noruegueses.

Como era de esperar, os resultados da "falsa ciência" provocaram regozijo e incredulidade entre a comunidade científica internacional, sobretudo porque se baseava em pura teoria, não apoiada por nenhuma pesquisa empírica.

Harald, após filmar essas reações, regressou a Oslo, e mostrou aos pesquisadores do Nikk. Resultou que, quando se defrontaram com a ciência empírica, os "pesquisadores de gênero" ficaram sem fala, e totalmente incapazes de defender suas teorias em relação a revisão da realidade.

A falsidade foi exposta ao ridículo diante de toda a audiência de televisão e as pessoas começaram a perguntar por que era necessário financiar, com 56 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes, uma ideologia baseada em pesquisa que não tinha credenciais científicas em nenhum lugar.


Original em: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=33021#ixzz3e82uXif0



Leia mais em: http://joselamartine.blogspot.com.br/2015/09/a-revolta-contra-natureza-da-icone.html

http://joselamartine.blogspot.com.br/2015/08/ideologia-de-genero-risco-as-familias.html





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sábado, 19 de setembro de 2015

A revolta contra a natureza da ícone feminista Shulamith Firestone

A Idade da Trevas e a revolta contra a natureza
O. Braga
01 de setembro de 2012

A Idade das Trevas é agora, e não — como dizem os doutos do espírito do tempo — a Idade Média. A Idade das Trevas é aquela em que a própria Natureza é negada. Para obviar à dissonância cognitiva e à irracionalidade que tal negação transporta consigo, os tutores da Idade das Trevas tentam compensar a sua irracionalidade com a promoção ideológica do fundamentalismo ecologista (ecofascismo). Este mecanismo de compensação da irracionalidade traduz-se, por essa via, por uma certa aparência asséptica da insanidade da Idade das Trevas.



Morreu, com 67 anos, Shulamith Firestone, a feminista que escreveu aos 25 anos de idade e na década de 1970, The Dialectic of Sex: The Case for Feminist Revolution. Morreu louca, depois de um longo período de tratamento psiquiátrico, alegadamente devido a uma esquizofrenia.
Shulamith Firestone defendeu no seu livro as seguintes ideias:

(1) a gravidez e a maternidade fazem parte da “condição bárbara da opressão da mulher”;
(2) o objetivo da revolução socialista não é apenas a eliminação do privilégio da classe burguesa, mas é também a eliminação de qualquer distinção de classe;
(3) o objetivo da revolução feminista é não só a eliminação dos privilégios dos homens, mas também a eliminação de qualquer distinção entre os dois sexos: as diferenças genitais devem ser eliminadas da cultura antropológica;
(4) a reprodução da espécie humana deve ser separada do sexo: a gravidez deve ser reduzida apenas e só a métodos artificiais (por exemplo, inseminação artificial), sendo que a gestação terá sempre lugar fora do corpo da mulher, em um útero artificial.
Em 1998, Shulamith Firestone escreveu um segundo livro, Airless Spaces, em que relata, na terceira pessoa, a sua experiência de esquizofrenia que teve inicio na década de 1980.




Como parece evidente, a Idade as Trevas é esta, a nossa, em que vivemos. A Idade das Trevas não se caracteriza pela ignorância em relação às ciências positivistas, ou pela ausência de tecnologia, mas antes caracteriza-se pela negação obstinada da realidade e pela revolta contra a natureza. A Idade das Trevas é um tempo de decadência, um tempo de auto-destruição, é a Idade Contemporânea.




Na Dialética do Sexo, Firestone sintetizou as idéias de Sigmund Freud, Wilhelm Reich, Karl Marx, Friedrich Engels, e Simone de Beauvoir em uma teoria feminista radical da política. - Wikipédia



"So that just as to assure elimination of economic classes requires the revolt of the underclass (the proletariat) and, in a temporary dictatorship, their seizure of the means of production, so to assure the elimination of sexual classes requires the revolt of the underclass (women) and the seizure of control of reproduction: not only the full restoration to women of ownership of their own bodies, but also their (temporary) seizure of control of human fertility - the new population biology as well as all the social institutions of child-bearing and child-rearing. And just as the end goal of socialist revolution was not only the elimination of the economic class privilege but of the economic class distinction itself, so the end goal of feminist revolution must be, unlike that of the first feminist movement, not just the elimination of male privilege but of the sex distinction itself: genital differences between human beings would no longer matter culturally. (A reversion to an unobstructed pansexuality Freud's 'polymorphous perversity' - would probably supersede hetero/homo/bi-sexuality.) The reproduction of the species by one sex for the benefit of both would be replaced by (at least the option of) artificial reproduction: children would born to both sexes equally, or independently of either, however one chooses to look at it; the dependence of the child on the mother (and vice versa) would give way to a greatly shortened dependence on a small group of others in general, and any remaining inferiority to adults in physical strength would be compensated for culturally. The division of labour would be ended by the elimination of labour altogether (through cybernetics). The tyranny of the biological family would be broken." 

— Shulamith Firestone, The Dialectic of Sex




Com vocês, 10 motivos para toda mulher não ser feminista, nas palavras das próprias autoras feministas:

1 – “Homens que são acusados injustamente de estupro podem, às vezes, aprender com essa experiência.” – Catherine Comins

2 – “No patriarcado, todo filho de uma mulher é seu potencial traidor e também inevitavelmente o estuprador ou explorador de outra mulher.” – Andrea Dworkin

3 – “Todo ato sexual, e mesmo o sexo consentido entre um casal no matrimônio, é um ato de violência perpetuado contra a mulher.” – Catherine MacKinnon

4 – “Chamar um homem de animal é elogiá-lo. Homens são máquinas, são pênis que andam.” – Valerie Solanos

5 – “Todos os homens são estupradores, e isso é tudo que eles são.” – Marilyn French

6 – “Quando uma mulher tem um orgasmo com um homem ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão.” – Sheilla Jeffrys

7 – “Eu sinto que odiar os homens é um ato político honrado e viável.” – Robin Morgan

8 – “Uma mulher que faz sexo com um homem, o faz contra a sua vontade, mesmo que ela não se sinta forçada.” – Judith Levine

9 – “Quero ver um homem espancado e sangrando, com um salto alto enfiado em sua boca, como uma maçã na boca de um porco.” – Andrea Dworkin

10 – “O homem é um animal doméstico que, se tratado com firmeza, pode ser treinado e fazer algumas coisas.” – Jilly Cooper

E um 11º motivo, um bônus, escrito por mim mesma: feminismo é o ato de difundir o sexismo e o ódio, chamando isso de igualdade.


Leia mais em: 

http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=33021#ixzz3e82uXif0

http://joselamartine.blogspot.com.br/2015/08/ideologia-de-genero-risco-as-familias.html



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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Estamos criando uma geração de deficientes mentais - Professor Pierluiggi Piazzi

Estamos criando uma geração de deficientes mentais - Professor Pierluiggi Piazzi






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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Ideologia de Gênero, risco às famílias.

Documentário conta drama de gêmeo criado como menina após perder pênis

BBC BRASIL
24/11/2010 | 06h54

Bruce Reimer teve órgão queimado em circuncisão, passou infância como Brenda e retornou ao seu gênero na adolescência.

Um acidente fez com que o bebê Bruce passasse a infância como Brenda

O drama de um menino canadense criado como menina após perder o pênis em um acidente durante um procedimento de circuncisão nos anos 1960 é o tema de um programa transmitido nesta semana pelo Serviço Mundial da BBC.

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Os gêmeos Bruce e Brian Reimer nasceram como meninos perfeitos, mas após sete meses, começaram a apresentar dificuldades para urinar.

Sob orientação médica, os pais, Janet e Ron, levaram os dois a um hospital para serem circuncidados. Na manhã seguinte, eles receberam uma ligação telefônica devastadora - Bruce tinha sido envolvido em um acidente.

Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi. O equipamento elétrico apresentou problemas, e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pênis de Bruce.

A operação de Brian foi cancelada, e o casal levou os gêmeos de volta para casa.

Psicólogo

Vários meses se passaram, e eles não tinham ideia do que fazer até que um dia encontraram um homem que mudaria suas vidas e as vidas de seus filhos para sempre.

John Money era um psicólogo especializado em mudança de sexo. Ele acreditava que não era tanto a biologia que determinava se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.

"Estávamos assistindo a TV", lembra Janet. "O doutor Money estava lá, muito carismático, e parecia muito inteligente e muito confiante no que estava falando."

Janet escreveu para Money, e poucas semanas depois ela levou Bruce para vê-lo em Baltimore, nos Estados Unidos.

Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança a qual ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que trazia até mesmo seu grupo de controle com ele - um gêmeo idêntico.

Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode se sobrepor à biologia, e Money genuinamente acreditava que Bruce tinha uma chance melhor de levar uma vida feliz como mulher do que como um homem sem pênis.

Então, quando Bruce tinha 17 meses de idade, se transformou em Brenda. Quatro meses depois, no dia 3 de julho de 1967, o primeiro passo cirúrgico para a mudança foi tomado, com a castração.

Segredo

Money enfatizou que, se quisessem garantir que a mudança de sexo funcionasse, os pais nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gêmeo que ela havia nascido como menino.

A partir de então, eles passaram a ter uma filha, e todos os anos eles visitavam Money para acompanhar o progresso dos gêmeos, no que se tornou conhecido como o "caso John/Joan". A identidade de Brenda foi mantida em segredo.

"A mãe afirmou que sua filha era muito mais arrumada do que seu irmão e, em contraste com ele, não gostava de ficar suja", registrou Money em uma das primeiras consultas.

Mas em contraste, ele também observou: "A menina tinha muitos traços de menina moleque, como uma energia física abundante, um alto nível de atividade, teimosia e era frequentemente a figura dominante num grupo de meninas".

Em 1975, as crianças tinham 9 anos, e Money publicou um artigo detalhando suas observações. A experiência, segundo ele, tinha sido um sucesso total.

"Ninguém mais sabe que ela é a criança cujo caso eles leram nos noticiários na época do acidente", afirmou.

"O comportamento dela é tão normalmente o de uma garotinha ativa e tão claramente diferente, por comparação, do comportamento de menino de seu irmão gêmeo, que não dá margem para as conjecturas de outros."

Suicida

No entanto, na época em que Brenda chegou à puberdade, aos 13 anos, ela sentia impulsos suicidas.

"Eu podia ver que Brenda não era feliz como menina", lembrou Janet. "Ela era muito rebelde. Ela era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada feminino. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, a chamavam de mulher das cavernas. Ela era uma garota muito solitária."

Ao observar a tristeza da filha, os pais de Brenda pararam com as consultas com John Money. Logo depois, eles fizeram algo que Money tinha pedido para que não fizessem: contaram a ela que Brenda tinha nascido como um menino.

Semanas depois, Brenda escolheu se transformar em David. Ele passou por uma cirurgia de reconstrução do pênis e até se casou. Ele não podia ter filhos, mas adorou ser o padrasto dos três filhos de sua esposa.

Mas, o que David não sabia, era que seu caso tinha sido imortalizado como "John/Joan", em artigos médicos e acadêmicos a respeito de mudança de sexo e que o "sucesso" da teoria de Money estava afetando outros pacientes com problemas semelhantes aos deles.

"Ele não tinha como saber que seu caso tinha ido parar em uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que estava estabelecendo os protocolos sobre como tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pênis", disse John Colapinto, um jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David.

"Ele mal conseguia acreditar que (sua história) estava sendo divulgada por aí como um caso bem sucedido e que estava afetando outras pessoas como ele."

Depressão

Quando passou dos 30 anos, David entrou em depressão. Ele perdeu o emprego e se separou da esposa.

Na primavera de 2002 seu irmão morreu devido a uma overdose de drogas.

Dois anos depois, no dia 4 de maio de 2004, quando David estava com 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, receberam uma visita da polícia que os informou que seu filho tinha cometido suicídio.

"Eles pediram que nos sentássemos e falaram que tinham notícias ruins, que David estava morto. Eu apenas chorei", conta Janet.

Casos como o "John/Joan", quando ocorre um acidente, são muito raros. Mas decisões ainda estão sendo tomadas sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofre do que atualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.

"Agora temos equipes multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país, então a decisão será tomada por uma ampla série de profissionais", explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres.

"Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão", acrescentou.

Carmichael afirma que, segundo sua experiência, estas decisões tem sido mais bem sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.

"Fico constantemente surpresa como, com apoio, estas crianças são capazes de enfrentar e lidar (com o problema)", disse. BBC Brasil -

Fonte - http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2010/11/101123_gemeos_mudanca_sexo.shtml


Leia mais em:

http://joselamartine.blogspot.com.br/2015/09/durissimo-golpe-contra-ideologia-de.html

Lavagem Cerebral Parte 1/7 - Gênero: O Paradoxo da Igualdade




Debate sobre Identidade de Gêneros na Alerj - 15/09/14 - Pe Jose Eduardo





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Professor não deve ser educador, jamais. (FILÓSOFO ARMINDO MOREIRA).


"Quem educa são os pais e a família, nunca o professor. Educar sem amor é um crime.
Educação é pregar valores e princípios morais fixos, permanentes por toda a vida."



Veja a partir de 3 minutos

FILÓSOFO ARMINDO MOREIRA NA REDE VIDA - TRIBUNA INDEPENDENTE -13/12/2013



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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Marxismo cultural (por Linda Kimball)

Marxismo cultural
 Escrito por Linda Kimball*
15 de fevereiro de 2007
 
A verdade vos libertará.
João 8:32






Os americanos subscrevem atualmente a duas más-concepções; a primeira é a ideia de que o comunismo deixou de ser uma ameaça quando a União Soviética implodiu; a segunda é a crença de que a Nova Esquerda dos anos sessenta entrou em colapso e desapareceu também. “Os Anos Sessenta Estão Mortos,” escreveu George Will (“Slamming the Doors,” Newsweek, Mar. 25, 1991).
 
Uma vez que, como um movimento político, a Nova Esquerda não tinha coesão, ela desmoronou-se; no entanto, seus revolucionários reorganizaram-se e formaram uma multitude de grupos dedicados a um só tópico. É devido a isto que hoje temos as feministas radicais, os extremistas dos movimentos negros, os ativistas “pela paz”, os grupos dedicados aos “direitos” dos animais, os ambientalistas radicais, e os ativistas homossexuais.
 
Todos estes grupos perseguem a sua parte da agenda radical através duma complexa rede de organizações tais como a “Gay Straight Lesbian Educators Network” (GSLEN), a “American Civil Liberties Union” (ACLU), “People for the American Way”, “United for Peace and Justice”, “Planned Parenthood”, “Sexuality Information and Education Council of the United States” (SIECUS), e a “Code Pink for Peace”.
 
Tanto o comunismo como a Nova Esquerda encontram-se vivos e de boa saúde aqui na América, preferindo usar palavras de código tais como: tolerância, justiça social, justiça econômica, paz, direitos reprodutivos, educação sexual e sexo seguro, escolas seguras, inclusão, diversidade e sensibilidade. Tudo junto, isto é marxismo cultural mascarado de multiculturalismo.
 
O nascimento do multiculturalismo

Antecipando a tempestade revolucionária que iria batizar o mundo num inferno de terror vermelho, levando ao nascimento da terra prometida de justiça social e igualdade proletária, Frederich Engels escreveu
 
Todas as (…) grandes e pequenas nacionalidades estão destinadas a desaparecer (…) na tempestade revolucionária mundial (…). (Uma guerra global) limpará todas (…) as nações, até os seus nomes. A próxima guerra mundial resultará no desaparecimento da face da Terra não só das classes reacionárias (…) mas (…) também dos povos reaccionários. (“The Magyar Struggle”, Neue Rheinische Zeitung, Jan. 13, 1849)

Quando a Primeira Grande Guerra terminou, os socialistas perceberam que algo não havia corrido bem, uma vez que os proletários do mundo não haviam prestado atenção ao apelo de Marx de se insurgirem em oposição ao capitalismo como forma de abraçarem, no seu lugar, o comunismo. Devido a isto, estes mesmos socialistas começaram a investigar o que havia corrido mal.

Separadamente, dois teóricos marxistas, Antonio Gramsci (Itália) e Georg Lukacs (Hungria), concluíram que o Ocidente cristianizado era o obstáculo que impedia a chegada da nova ordem mundial comunista.
 
Devido a isto, eles concluíram que, antes da revolução ter sucesso, o Ocidente teria que ser conquistado. Gramsci alegou que, uma vez que o Cristianismo já dominava o Ocidente há mais de 2 mil anos, não só esta ideologia estava fundida com a civilização ocidental, como ela havia corrompido a classe operária.
 
Devido a isso, afirmou Gramsci, o Ocidente teria que ser previamente descristianizado através duma “longa marcha através da cultura”.
 
Adicionalmente, uma nova classe proletária teria que ser criada. No seu livro “Cadernos do Cárcere,” Gramsci sugeriu que o novo proletariado fosse composto por criminosos, mulheres, e minorias raciais. Segundo Gramsci, a nova frente de batalha deveria ser a cultura, começando pela família tradicional e absorvendo por completo as igrejas, as escolas, a grande mídia, o entretenimento, as organizações civis, a literatura, a ciência e a história. Todas estas instituições teriam de ser transformadas radicalmente e a ordem social e cultural teria que ser gradualmente subvertida de modo a colocar o novo proletariado no topo.
 
O protótipo

Em 1919, Georg Lukacs tornou-se vice-comissário para a Cultura do regime bolschevique de curta duração de Bela Kun, na Hungria. Imediatamente ele colocou em marcha planos para descristianizar a Hungria, raciocinando que, se a ética sexual cristã pudesse ser fragilizada junto à crianças, então o odiado patriarcado bem como a Igreja sofreriam um duro golpe.
 
Lukacs instalou um programa de educação sexual radical e palestras sexuais foram organizadas; foi distribuída literatura contendo imagens que instruíam graficamente os jovens a enveredar pelo “amor livre” (promiscuidade) e pela intimidade sexual (ao mesmo tempo que a mesma literatura os encorajava a ridicularizar e a rejeitar a ética moral cristã, a monogamia e a autoridade da igreja). Tudo isso foi acompanhado por um reinado de terror cultural perpetrado contra os pais, sacerdotes e dissidentes.
 
Os jovens da Hungria, havendo sido alimentados com uma dieta constante de neutralidade de valores (ateísmo) e uma educação sexual radical, ao mesmo tempo que eram encorajados a revoltarem-se contra toda a autoridade, facilmente se transformaram em delinquentes que variavam de intimidadores e ladrões menores, para predadores sexuais, assassinos e sociopatas.A prescrição de Gramsci e os planos de Lukacs foram os precursores do que o marxismo cultural, mascarado de SIECUS, GSLEN, e a ACLU – agindo como executores da lei judicialmente aprovados – mais tarde trouxe às escolas americanas.
 
Construindo uma base

No ano de 1923 foi fundada na Alemanha de Weimar a Escola de Frankfurt – um grupo de reflexão marxista. Entre os fundadores encontravam-se Georg Lukacs, Herbert Marcuse, e Theodor Adorno. A escola era um esforço multidisciplinar que incluia sociólogos, sexólogos e psicólogos. O objetivo primário da Escola de Frankfurt era o de traduzir o marxismo econômico para termos culturais.
 
A escola disponibilizaria as ideias sobre as quais se fundamentaria uma nova teoria política de revolução (com base na cultura), aproveitando um novo grupo “oprimido” para o lugar do proletariado infiel. Esmagando a religião e a moralidade, a escola construiria também um eleitorado junto aos acadêmicos que construiriam carreiras profissionais estudando e escrevendo sobre a nova opressão.
 
Mais para o final, Herbert Marcuse – que favorecia a perversão polimorfa – expandiu o número do novo proletariado de Gramsci de modo a que se incluíssem os homossexuais, as lésbicas e os transsexuais. A isto juntou-se a educação sexual radical de Lukacs e as tácticas de terrorismo cultural. A “longa marcha” de Gramsci foi também adicionada à mistura, sendo ela casada à psicanálise freudiana e às técnicas de condicionamento psicológico. O produto final foi o marxismo cultural, hoje em dia conhecido no Ocidente como multiculturalismo.
 
Apesar disto tudo, era necessário mais poder de fogo intelectual, uma teoria que patologizasse o que teria que ser destruído. Nos anos 50 a Escola de Frankfurt expandiu o marxismo cultural de modo a incluir a ideia da “Personalidade Autoritária” de Theodor Adorno. O conceito tem como premissa a noção de que o Cristianismo, o capitalismo e a família tradicional geram um tipo de caráter inclinado ao racismo e ao fascismo.
 
Logo, qualquer pessoa que defenda os valores morais tradicionais da América, bem como as suas instituições, é ao mesmo tempo um racista e um fascista.
 
O conceito da “Personalidade Autoritária” defende também que as crianças criadas segundo os valores tradicionais dos pais irão tornar invariavelmente racistas e fascistas.Como conseqüência, se o fascismo e o racismo fazem parte da cultura tradicional da América, então qualquer pessoa educada segundo os conceitos de Deus, família, patriotismo, direito ao porte de armas ou mercados livres precisa de ajuda psicológica.
 
A influência perniciosa da ideia da “Personalidade Autoritária” de Adorno pode ser claramente vista no tipo de pesquisas que recebem financiamento através dos impostos dos contribuintes.
 
Em agosto de 2003, a “National Institute of Mental Health” (NIMH) e a “National Science Foundation” (NSF) anunciaram os resultados do seu estudo financiado com 1.2 milhões de dólares, dinheiro dos contribuintes. Essencialmente, esse estudo declarou que os tradicionalistas são mentalmente perturbados. Estudiosos das Universidades de Maryland, Califórnia (Berkeley), e Stanford haviam determinado que os conservadores sociais… sofrem de “rigidez mental”, “dogmatismo”, e "aversão à incerteza”, tudo com indicadores associados à doença mental. (http://www.edwatch.org/ – ‘Social and Emotional Learning” Jan. 26, 2005)
 
O elenco orwelliano de patologias demonstra o quão longe a longa marcha de Gramsci já nos levou.

 O politicamente correto

Uma ideia correspondente e diabolicamente construída é o conceito do “politicamente correto”. A sugestão forte aqui é que, para que uma pessoa não seja considerada “racista” e/ou “fascista”, não só essa pessoa deve suspender o julgamento moral, como deve abraçar os “novos” absolutos morais: diversidade, escolha, sensibilidade, orientação sexual, e a tolerância. O “politicamente correto” é um maquiavélico engenho de “comando e controle” e o seu propósito é a imposição de uma uniformidade de pensamento, discurso e comportamento.
 
A Teoria Crítica é outro engenho psicológico de “comando e controle”. Tal como declarado por Daniel J. Flynn, “a Teoria Crítica, tal como o nome indica, só critica. O que a desconstrução faz à literatura, a Teoria Crítica faz às sociedades.” (Intellectual Morons, p. 15-16)
 
A Teoria Crítica é um permanente e brutal ataque, através da crítica viciosa, aos cristãos, ao Natal, aos Escoteiros, aos Dez Mandamentos, às nossas forças militares, e a todos os outros aspectos da sociedade e cultura americana.
 
Tanto o “politicamente correto” como a Teoria Crítica são, na sua essência, intimidações psicológicas. Ambas são maços de calceteiros psico-políticos através dos quais os discípulos da Escola de Frankfurt – tais como a ACLU – estão a forçar os americanos a se submeterem e a obedecerem os desejos e os planos da esquerda. Estes engenhos desonestos não são mais do que versões psicológicas das táticas de “terrorismo cultural” de Georg Lukacs e Laventi Beria. Nas palavras de Beria:
 
A obediência é o resultado do uso da força (…). A força é a antítese das ações humanizantes. Na mente humana isto é tão sinônimo com a selvageria, ilegalidade, brutalidade e barbarismo, que é apenas necessário exibir uma atitude desumana em relação às pessoas para receber dessas pessoas as posses de força. (The Russian Manual on Psychopolitics: Obedience, por Laventi Beria, chefe da Polícia Secreta Soviética e braço direito de Stalin.)
 
Pessoas com pensamento contraditório, pessoas que se encontram “sentadas em cima do muro”, também conhecidos como “moderados”, centristas e RINOs (ed: RINO = Republicans In Name Only, isto é, falsos republicanos), carregam consigo a marca destas técnicas psicológicas de “obediência”. De uma forma ou outra, estas pessoas – que em casos literais se encontram com medo de serem vítimas dos agentes de imposição de obediência - decidiram ficar em cima do muro sob pena de serem considerados culpados de terem uma opinião. 
 
Ao mínimo sinal de desagrado dos agentes de imposição de obediência (isto é, polícias do pensamento), estas pessoas içam logo a bandeira amarela de rendição onde está escrito de forma bem visível:
 
“Eu não acredito em nada e eu tolero tudo!”
 
Determinismo cultural

A cavilha da roda [inglês: "linchpin"] do marxismo cultural é o determinismo cultural, parente da política de identidade e da solidariedade de grupo. Por sua vez, o determinismo cultural foi gerado pela ideia darwiniana de que o homem não é mais que um animal sem alma e que, portanto, a sua identidade - a sua pele, as suas preferências sexuais e/ou as suas preferências eróticas - é determinada pelo exemplo. 
 
Esta proposição rejeita o conceito do espírito humano, da individualidade, do livre arbítrio e de uma consciência moralmente informada (associada à culpabilidade pessoal e à responsabilidade) uma vez que ela nega a existência do Deus da Bíblia.
 
Consequentemente, e por extensão, ela rejeita também os primeiros princípios da liberdade americana enumeradas na Declaração de Independência. Estes são os nossos “direitos inalienáveis, entre os quais encontram-se a vida, a liberdade e a busca pela felicidade.” O marxismo cultural deve rejeitar todos estes princípios porque eles “foram doados pelo nosso Criador” que fez o homem à Sua Imagem.
 
Para David Horowitz, o determinismo cultural é
 
… política de identidade – a política do feminismo radical, da revolução queer (link ao final do texto) e do afro-centrismo – que formam a base do multiculturalismo acadêmico (…) uma forma de fascismo acadêmico e (…) de fascismo político também. (Mussolini and Neo-Fascist Tribalism: Up from Multiculturalism, by David Horowitz, Jan. 1998)
 
É dito que a coragem é a primeira das virtudes porque sem ela, o medo paralisará o homem, impedindo-o assim de agir segundo as suas convicções morais e de falar a verdade.  Assim, trazer um estado geral de medo paralisante, apatia e submissão – as correntes da tirania – é o propósito por trás do terrorismo cultural psico-político, uma vez que a agenda revolucionária da esquerda comunista deve, a qualquer preço, estar envolta em secretismo.
 
O antídoto para o terrorismo cultural é a coragem e a luz da verdade.
 
Se nós queremos vencer esta guerra cultural, reclamando e reconstruindo nosso país para que os nossos filhos e os filhos dos nossos filhos possam viver numa “Cidade Resplandecente situada na Colina”, onde a liberdade, as famílias, as oportunidades, o mercado livre e a decência florescem, temos que reunir a coragem de modo a que possamos, sem medo, expor a agenda revolucionária da esquerda comunista à Luz da Verdade. A verdade e a coragem de declará-la nos libertará.

*Linda Kimball é autora de diversos artigos e ensaios sobre cultura e política.
 
Publicado no American Thinker
 
Tradução do Blog 
O Marxismo Cultural [acima revisada por Felipe Moura Brasil], publicada no site Mídia Sem Máscara


Links:


Revolução Queer




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